11 de out. de 2011

Planeta cumpre seu ritual geológico


Gaia, o planeta Terra, é um ser vivo. Que pulsa, sente e dispõe de uma engrenagem funcional semelhante à dos seres vivos. E, como todo ser vivo, é finito. A vida de Gaia é cíclica, como atestam as eras geológicas que possuem características definidas e distintas. O holoceno, período planetário da atual era quaternária, teve início há 12 mil anos, quando ocorreram as últimas glaciações que duraram 100 mil anos. O planeta caminha para uma nova era glacial. A ciência já registrou o aumento da temperatura global e o comprometimento da camada de ozônio. O tema foi recentemente explorado no filme “O Dia Depois de Amanhã”, que acende os holofotes sobre a alteração do eixo da Terra.


O destino de Gaia voltou a intrigar pesquisadores e leigos desde a tsunami que dizimou milhares de vida na Ásia. 

Depois veio o ciclone extratropical com características de furacão, em Santa Catarina, morte nos Estados Unidos por uma chuva de lama e o terremoto no Irã. Gaia está visivelmente perturbada. Ou estaria revoltada com as barbáries contra ela praticadas? Catástrofes existem desde o início dos tempos. A maior talvez tenha sido o dilúvio bíblico que dizimou a quarta raça atlante. 
Independente de profecias e dos avanços da ciência, Gaia cumpre o seu ciclo de nascimento e morte. E à humanidade cabe entender e vivenciar esses momentos impactantes não só pela destruição ambiental, pelas perdas humanas, mas, sobretudo pela dor dos sobreviventes. Pelas tentativas de reconstrução interna e externa.

Segundo a gnose, sabedoria esotérica, a nossa raça ária é a quinta a habitar o planeta Terra. Como as anteriores, ela vai sucumbir com uma catástrofe. Mas antes do final dos tempos, ainda vão habitar a Terra, a sexta e sétima raças. Para Samael Weor, o papa do conhecimento gnóstico, a raça ária vai perecer pelo fogo: terremotos e vulcões, tudo em consonância com uma ordem cósmica, universal e geológica.


E em meio a esse suceder de desastres ambientais, fica a pergunta sem resposta: pode o homem (leia-se a ciência) evitar as catástrofes anunciadas em prosa, verso, centúrias, psicografias e canalizações?

Impotência - Os videntes são tidos como loucos e visionários. A ciência não lhes dá crédito. Mas são eles que profetizam muitas das catástrofes que estão assolando o planeta.
De acordo com o Calendário Maia, em 2005, a ciência vai reconhecer a existência de um novo planeta. Será Hercólubus, que os gnósticos acreditam vai alterar o eixo da Terra? O planeta também conhecido como planeta vermelho, é seis vezes maior que Júpiter. Na Bíblia é citado como “Absinto”. Nostradamus o chama de “O Grande Rei do Terror”. 

Os antigos maias o chamam de Estrela Baal e profetizaram que, devido à sua maior proximidade em 2005, vai produzir mudanças eletromagnéticas e uma grande quantidade de fenômenos climáticos, ecológicos, ambientais, biológicos, físicos, químicos e psico-sociais, antes sem uma causa aparente. Vão se observar graves problemas de natureza gravitacional na Terra.

A vidente norte-americana Jeane Dixon previu: “Haverá muitas mudanças geológicas e geográficas, bem como inúmeros terremotos. Onde agora existe água, haverá terra, e onde agora há terra, haverá águas revoltas e violentas, que correrão e destruirão tudo que encontrarem à sua passagem”.

Profecias à parte, o planeta pede socorro. James Loveloc, cientista e autor da teoria de Gaia, conclui que séculos de abuso através da descarga de hidrocarbonetos, desmatamento e poluição do ar vão tornando o planeta um objeto morto, como Marte. “Nossa preocupação deve ser com o ecossistema que mantém a vida aqui mesmo na Terra. Caso contrário, seremos nós os causadores do armagedon”, conclui.

Alteração do eixo da Terra


Eixo alterado – Uma das conseqüências física da tsunami no sudeste da Ásia foi uma pequena alteração na inclinação do eixo da Terra. A constatação veio dos pesquisadores do Centro de Geodesia Espacial da Agência Espacial Italiana, respaldados nos dados mundiais telemétricos enviados por laser aos satélites.


Os cientistas calculam que a alteração foi de cerca de dois milésimos de segundo, o que corresponde a cinco ou seus centímetros em linha reta. A medição foi feita na direção do epicentro do terremoto. Nas primeiras análises, não se detectou nenhum efeito na direção do meridiano de Greenwich, explicaram fontes do centro espacial.

Os cientistas consideram que a variação é muito pequena, por isso não terá repercussões sobre o clima. Richard Gross, geofísico do Laboratório de Jato-Propulsão da Nasa, na Califórnia, avaliou que uma movimentação de massa em direção ao interior da Terra durante o terremoto fez o planeta girar três microsegundos, ou um milionésimo de segundo, mais rápido e se inclinar 2,5 cm em relação a seu eixo. “Quando uma grande placa tectônica sob o Oceano Índico foi forçada para baixo de outra fez com que a Terra mais compacta girasse mais rápido", disse Gross.

Há muito tempo cientistas criam teorias sobre o fato de que mudanças na superfície da Terra poderia afetar sua rotação, mas nunca tiveram meios precisos para provar isso”, acrescentou o sismólogo da Caltech, Hiroo Kanamori.

Segundo Peter Leroy, professor de astrofísica da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, a inclinação do eixo terrestre não traz conseqüências para o planeta ou a humanidade.

“Mudanças na rotação da terra sempre ocorrem. Existem variações periódicas (causadas por ventos e marés); irregulares (causadas por mudanças aleatórias acumuladas, como essa causada pela tsunami); seculares (causadas pela atração da Lua) que já somam mais de três horas em mais de 2.000 anos.

O astrofísico ressalta que o pólo varia regularmente devido à precessão, em um período de aproximadamente 26 mil anos. Com isso, o deslocamento espacial do eixo chega a mais de 15 metros. “A variação causada pelo maremoto é muito pequena”, assegura Leroy.

Para Wellington Lopes Assis, professor de climatologia e cartografia temática da Uni-BH, alterações dessa natureza acontecem dentro do tempo geológico. “A inclinação do eixo terrestre é de 23 graus e 27 minutos de obliquidade dentro do plano da eclíptica. O planeta sofre influência gravitacional de grandes astros como Saturno, Júpiter e do próprio Sol. Ciclicamente, essa atração gravitacional altera a própria órbita da terra em torno do Sol e seu eixo de inclinação. São eventos geológicos normais e cíclicos. Não vejo como essa inclinação possa afetar ou ameaçar a vida sobre a Terra”.

Tragédia anunciada - Era julho de 2001, quando veio um alerta de cientistas ingleses e norte-americanos: o vulcão Cumbre Vieja, inativo há 34 anos na ilha La Palma, no arquipélago das Canárias, território espanhol na África, dava sinais de vida. Não há como prever quando ele vai entrar em erupção, mas uma coisa os cientistas sabem: o deslizamento da montanha sobre o mar vai provocar ondas gigantescas que podem chegar a 40 metros de altura, o que equivale a um prédio entre seis e dez andares.
Segundo David Zee, oceanógrafo e professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro, a onda assassina pode arrasar cidades litorâneas em três continentes: litoral da Europa e da África, Flórida, Canadá e norte do Brasil. “Em nosso país, as ondas podem chegar em oito horas ao litoral norte, que fica a 4.500 quilômetros de distância das ilhas Canárias”.
No livro “Hercólubus ou Planeta Vermelho”, escrito em 1926, o vidente colombiano, Joaquín Enrique Amórtegui Valbuena, conhecido como Rabolú, surpreende ao mencionar a energia atômica, em uma época em que ela não era usada, pelo menos como artefato: "Os cientistas ignoram as conseqüências dos testes atômicos, seus ensaios no oceano. A energia atômica contaminou todo o mar e os animais que nele habitam. Há grandes fendas ao longo do mar, profundíssimas, que já estão fazendo contato com o fogo da Terra". O que os cientistas chamam de “El Niño” é exatamente isso: o contato da água com o fogo da Terra. Isso vai gerar terremotos, maremotos, cidades inteiras ficarão arrasadas e começará o afundamento do nosso planeta no oceano”.


Para o astrofísico Peter Leroy, “os testes atômicos realizados no interior da Terra geram efeitos incalculáveis. Infelizmente, só podemos especular sobre sua magnitude. Não sabemos quantos testes nucleares foram feitos na região da tsunami e nem a potência de cada bomba. Esses são dados secretos”.

Profecias de Edgar Cayce, o "profeta adormecido".
1) Mudança no eixo da Terra a partir de 2000
2) Inundação de diversas regiões costeiras
3) Londres ficará na costa
4) Perda de uma grande parte do Japão
5) Inundação no norte da Europa
6) Desaparecimento da Groenlândia
7) Novas terras aparecerão ao largo da costa da América do Norte
8) Destruição disseminada - Los Angeles, São Francisco e Nova York desaparecerão
9) Ligação por terra da América do Sul com a Antártida

8 de set. de 2011

A Noite Oficial dos UFOs, 25 anos


Completaram-se 25 anos na semana que passou de um dos casos mais extraordinários da casuística ufológica mundial. E acontecido aqui mesmo, no Brasil, ficando conhecido como A Noite Oficial dos UFOs. Em 2006, quando o caso completou 20 anos, escrevi o seguinte artigo, que republico agora.
 
A Noite Oficial dos Ufos
 
Na noite de 19 para 20 de maio de 1986, aconteceu um fato sobre o sudeste brasileiro que, se revelado em sua totalidade, poderia significar a definitiva comprovação, além de quaisquer dúvidas, de que muitos dos misteriosos objetos avistados nos céus de todo o mundo são naves extraterrestres nos visitando.

Os eventos foram tão graves, extraordinários e estarrecedores, que o próprio Presidente da República foi informado durante os acontecimentos, que deixaram em pânico muitos militares, diante do que parecia a definitiva chegada de alienígenas a nosso planeta! Fontes afirmam que a própria embaixada dos Estados Unidos recebeu informes, com um de seus funcionários de alto escalão afirmando que “alguma coisa chegara ao Brasil naquela noite”.

Naquela noite, há 20 anos, de acordo com autoridades da Aeronáutica brasileira, 21 ovnis foram captados pelos radares sobre a região de São José dos Campos, ocasionando um alarma com o conseqüente acionamento de caças da Força Aérea Brasileira para tentar interceptar os intrusos, sem sucesso.

Tudo começou por volta de 19:30 h do dia 19, quando objetos desconhecidos passaram a ser observados nas proximidades do aeroporto de São José dos Campos, SP. As vinte horas, os radares de São Paulo e do Sensata de Brasília confirmavam a presença de oito objetos sobre a cidade. As 21:00 h, o avião Xingu trazendo a bordo o então presidente da Petrobrás, coronel Ozires Silva, recebe uma comunicação de Brasília para que observassem alguns pontos detectados pelo radar, e efetivamente a tripulação e o coronel puderam observar objetos luminosos de intenso brilho e de cor alaranjada. Tentaram aproximar-se dos mesmos para identificação, sem sucesso. O comandante Alcir Pereira da Silva, co-piloto do Xingu, disse que o ovni parecia uma estrela bem luminosa, voava a grande velocidade e a seguir desapareceu instantaneamente, mas que havia sido detectado pelo radar de sua aeronave. Em recente livro de sua autoria, Ozires Silva faz comentários a respeito do episódio.

As 22:23 h decola da Base Aérea de Santa Cruz o caça F-5 pilotado pelo tenente Kleber Caldas Marinho tomando a direção de São José dos Campos, onde havia sido detectado um grande objeto acompanhado por outros menores. O radar de Anápolis detectou as 22:45 h os intrusos e um Mirage com o capitão Armindo Souza Viriato a bordo levanta vôo, seguido as 22:50 h pelo segundo Mirage, do capitão Freitas. As 23:15 h o tenente Kleber começa a perseguição a bolas de luz com que havia feito contato visual. O F-5 do capitão Marcio Brisola Jordão decolou as 23:17 h, e o Mirage do capitão Rosemberg as 23:36 h. O desaparecimento dos objetos foi reportado as 1:45 h, após os aviões terem sido chamados de volta a suas bases.

Na histórica coletiva de imprensa do dia seguinte, comandada pelo então ministro da aeronáutica, brigadeiro Otávio Júlio Moreira Lima, os pilotos puderam relatar suas experiências. O tenente Kleber disse haver tido um contato visual e com o radar de bordo com um objeto distante 12 milhas a sua frente, distância confirmada pelo radar de solo. A cor predominante do objeto era branca, e deslocava-se da esquerda para a direita, para depois subir. A cor depois variou para verde, vermelha e azul, e o ovni estava a dez mil metros de altura e sua velocidade era superior a 1.000 km/h. O tenente disse que sofreu interferência nos instrumentos de bordo e seguiu o objeto até 200 milhas sobre o Atlântico, sem conseguir identificar nem se aproximar do ovni.

O capitão Jordão reportou mais de dez contatos por radar a vinte milhas de distância quando se aproximava de São José. O controle de solo foi informando a aproximação dos mesmos, e subitamente havia 13 objetos duas milhas atrás de seu caça, 6 a direita e 7 do lado esquerdo. O capitão tentou um looping para ficar atrás dos ovnis, mas estes acompanharam sua manobra.

Viajando a 1.350 km/h, o capitão Viriato aproximou-se até seis milhas de um dos objetos, que voava em ziguezague, movimento acompanhado tanto visualmente quanto pelo radar. Subitamente o objeto desapareceu. O capitão também acompanhou a incrível manobra de um dos objetos, acelerando subitamente e desaparecendo em instantes. Ele afirmou que os instrumentos mostravam que o ovni havia alcançado em instantes uma velocidade de Mach 15, 15 vezes superior a do som. A isso o major brigadeiro do ar Sócrates Monteiro acrescentou que casos assim eram reportados desde anos antes, e que a FAB havia filmado todo o evento. Também disse que os objetos passavam de 250 para 1.500 km/h em frações de segundo. A isso somam-se as palavras do major aviador Ney Antônio Cerqueira, chefe do Centro de Operação de Defesa Aérea, que afirmou que as fitas com as comunicações entre pilotos e controladores de Brasília, São Paulo e Anápolis, mais os relatórios dos pilotos, seriam estudados para conclusões posteriores.

O ministro Moreira Lima disse na coletiva que o céu naquela noite encontrava-se limpo, e descartou qualquer possibilidade de guerra eletrônica ou defeito no equipamento. Afirmou que entre as 20 horas de 19/5 e 1 hora de 20/5, pelo menos vinte objetos foram detectados pelos radares, saturando-os e interrompendo o tráfego sobre o sudeste. O prometido relatório nunca foi divulgado, mas alguns detalhes do evento chegaram ao conhecimento público. Mais de cinqüenta radares em todo o território brasileiro comprovaram o fato. Acontecia por vezes de os pilotos não observarem nada e o radar acusar a presença dos ovnis, dali a pouco a situação se invertia. Os ovnis alternavam a velocidade e a direção com incrível rapidez, ficando estacionários e subitamente disparando a 3.600 km/h, fazendo curvas em ângulo reto e parando subitamente. Oito objetos ficaram parados por duas horas sobre o aeroporto de São José dos Campos, nenhum dos intrusos deixava rastros de sua trajetória, nem tampouco provocava o típico estrondo quando da quebra da barreira do som, e em nenhum momento exibiram qualquer sinal de hostilidade. Moreira Lima acrescentou ser difícil para a FAB falar sobre a possibilidade da presença de artefatos de origem extraterrestre, e que uma comissão iria investigar o assunto.

Deve ser salientada a lamentável atitude dos assim chamados homens da ciência, que nos dias imediatamente posteriores a esses eventos elaboraram uma lista de estapafúrdias explicações, que após uma ligeira análise revelaram-se como torpes tentativas de confundir e talvez lançar a confusão sobre o evento, dificultando a busca pela verdade. Capitaneados pelo conhecido astrônomo Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, apresentaram as mais díspares opiniões a mídia, a maioria absoluta das quais completamente incompatível com os acontecimentos descritos pelos militares.

Um dos consultados, o senhor Paulo Marques, físico, professor e jornalista, afirmou que a vida em outros planetas da Via Láctea, nossa Galáxia, é um absurdo, que o reflexo da Lua cheia daquela noite refletiu nos aviões, que os radares detectaram meteoros, e que eram ovnis espiões de EUA e da então União Soviética.

O físico, senhor José Zatz, afirmou serem reflexos. O senhor Luis Pinguelli Rosa, físico da UFRJ, disse que os eventos nada tinham a ver com objetos extraterrestres, e que eram aviões não identificados, ou então objetos balísticos que atravessaram os céus brasileiros.

O físico da USP, senhor Luis Carlos Menezes, afirmou serem efeitos óticos que pregam peças, ou efeitos térmicos com reflexo de luzes por difração, um teste de um país super-desenvolvido com os radares brasileiros, e ainda miragens dos radares. Finalmente, o especialista em armamentos Roberto Godoy afirmou que o Brasil fora espionado por alguma potência interessada em fotografar a região sudeste, a mais desenvolvida do País.

O senhor Mourão já era, na ocasião, velho conhecido da Ufologia brasileira, em grande parte devido a confusão que provocou quando do incidente do vôo 169 da Vasp, ocorrido em 1982 e sua principal testemunha, o comandante Gérson Maciel de Brito. Em maio de 1986 o dito cientista fez mais uma das suas, alegando que eram meteoros que acompanhavam a trajetória do cometa Halley.

O que esse senhor e seus companheiros fizeram foi na verdade ridicularizar e fazer pouco da competência e do preparo de nossa Força Aérea, que em uma atitude poucas vezes vista abriu um histórico precedente para falar abertamente de um dos mais extraordinários casos de contato com ovnis, ignorando que do preparo de controladores de radar dependem as vidas de milhares de pessoas no Brasil todos os dias, e zombando dos anos de treinamento necessários para formar um piloto de caça. Sem falar de sua completa ignorância e falta de vontade em se informar apenas minimamente sobre os eventos daquela noite. A mais ninguém pode impressionar o fato de que o prometido relatório nunca veio a público...

Anos depois, em 1997, o brigadeiro Moreira Lima concedeu entrevista a uma rede de televisão e a revista UFO. Questionado, negou categoricamente a possibilidade de os eventos estarem ligados a algum fenômeno eletromagnético, ou mesmo haverem sido causados por qualquer aeronave conhecida, devido as características de vôo apresentadas pelos ovnis. Confirmou haver alertado o então presidente José Sarney a respeito dos eventos que se desenrolavam nos céus do Brasil, e afirmou estar convencido da existência de outras civilizações no Cosmo. Quanto a um contato com nossos visitantes, o brigadeiro afirmou que ainda existem pessoas despreparadas para tal acontecimento, mas que boa parte da Humanidade já está em condições para manter um contato direto com extraterrestres. Moreira Lima ainda acrescentou que em sua opinião um contato entre a Humanidade terrestre e uma civilização alienígena acontecerá dentro das próximas décadas.

No ano de 1999 o caso, já conhecido como a Noite Oficial dos Ufos, foi novamente tema de uma matéria na TV, agora no Fantástico da Rede Globo. Foi discutido novamente o Caso do Vôo 169 com as presenças dos comandantes Jérson Maciel de Brito e Mário Pravato, este último no vôo Transbrasil que igualmente testemunhou o ovni, e confirmou as observações de Brito. Este descreveu o objeto em sua maior aproximação naquela histórica noite de 8 de fevereiro de 1982 como semelhante a dois pratos superpostos, e estimou suas dimensões como superiores a dois aviões Jumbo. O programa ainda salientou as contradições do senhor Ronaldo Mourão, que chegou a fazer um vôo na mesma rota tentando provar que as testemunhas haviam visto o planeta Vênus. Essa fútil tentativa não deu em nada, quando ficou provado que um comandante com a experiência de Brito (20.000 horas de vôo na época), jamais se confundiria, e além do mais o dito cientista ignorou por completo o testemunho do comandante, em nova tentativa de confundir e denegrir a pesquisa ufológica.

Quanto aos eventos de maio de 1986, o brigadeiro Moreira Lima afirmou que a coletiva foi motivada por um vazamento de informações sobre os eventos, e segundo ele havia a vontade de explicá-los a fim de evitar qualquer má interpretação, como ameaças ao país. Não se descobriu como originou-se o vazamento.

Os pilotos Kleber e Viriato, atualmente na aviação civil, confirmaram suas observações na época. Viriato, encaminhando-se para sua aeronave naquela noite, reparou que a mesma estava sendo municiada e armada com mísseis. Mais tarde conseguiu aproximar-se até 6 milhas de um dos ovnis, antes que o mesmo acelerasse subitamente para em instantes colocar-se a mais de 20 milhas de seu caça. Viriato afirmou que o radar de Brasília confirmou que o objeto havia atingido naquele curto intervalo uma velocidade de mach 15. Kleber acrescentou que de acordo com suas impressões e o sinal de seu radar de bordo (no qual sofrera alguma interferência, que chegou a atingir outros instrumentos), o contato que perseguia tinha um tamanho equivalente a envergadura de um Jumbo, ao redor de 60 metros.

Douglas Avedikian atualmente é um consultor aeronáutico, mas em maio de 1986 era controlador do Sensata em Brasília, e afirmou categoricamente que os eventos daquela noite foram reais. Casos assim, segundo ele, sempre ocorreram, e após a Noite Oficial todos haviam recebido uma orientação enfática dos superiores para que não comentassem tais acontecimentos com ninguém, por uma questão de segurança nacional. Ele acrescentou que seu desligamento da Força Aérea o motivara a revelar tais informações.

Depois de muitos anos reivindicando maior transparência de nossos militares quanto a questão dos ovnis, a revista Ufo lançou em 2004 a campanha Liberdade de Informação Já. Finalmente, após 14 meses, em 20 de maio de 2005 os representantes da Comissão Brasileira de Ufólogos, Ademar Gevaerd (editor de Ufo), Fernando Ramalho, Roberto Beck, Marco Petit, Rafael Cury e Claudeir Covo, foram convidados pelo Major Antônio Lorenzo, do CECOMSAER (Centro de Comunicação Social da Aeronáutica), para conhecerem as instalações da Força Aérea Brasileira, em Brasília.

Os ufólogos puderam conhecer e visitar as instalações do 6º Comando Aéreo Regional, do CINDACTA I, e do COMDABRA. Este último é o Comando de Defesa Aeroespacial Brasileiro, e nada menos, o local onde se encontram os mais secretos arquivos da FAB, incluindo aqueles que tratam dos casos ufológicos em todo o território nacional. Pode ser comparado a uma versão em miniatura da famosa Área 51.

Os integrantes da CBU assistiram a palestras, puderam testemunhar o funcionamento das instalações e procedimentos ligados a defesa aérea e controle de tráfego aéreo, e finalmente, no COMDABRA, puderam examinar três pastas. Uma delas continha o primeiro registro ufológico feito pela FAB, em 1954. Outra trazia, em 179 páginas, informações a respeito da Operação Prato (cuja reconstituição foi exibida no ano passado, no programa Linha Direta Mistério da Rede Globo). Finalmente, a última pasta trazia 50 páginas de informações a respeito da Noite Oficial dos Ufos.

Os ufólogos não puderam copiar ou fazer qualquer anotação, mas ficaram confirmadas, neste último caso, a maioria das informações apresentadas neste texto, conhecidas pela comunidade ufológica nacional. Segundo o pesquisador Claudeir Covo, a pasta não continha as transcrições das conversas dos pilotos com o controle de terra, e nem os ufólogos puderam assistir as filmagens feitas durante o evento de vinte anos atrás.

Do encontro, ficou a promessa de uma maior colaboração de ufólogos com os militares, pois estes confirmaram que não possuem nem os recursos nem o conhecimento para analisar os casos ufológicos que chegam a seu conhecimento. Os relatórios e demais documentos são arquivados no COMDABRA, sem que sejam sequer analisados. Os militares afirmaram que estão prontos a colaborar nas investigações, inclusive com a criação de uma comissão mista, como já acontece em países vizinhos como o Chile. A única dependência é uma decisão do Poder Executivo, amparada na Medida Provisória 228/2004.

O programa Fantástico de 22 de maio de 2005 mostrou cenas da histórica reunião dos ufólogos com a FAB, mas infelizmente, até a presente data não houve quaisquer avanços na criação da comissão mista civil/militar. O governo brasileiro, infelizmente, parece mais interessado em controlar o incêndio das muitas e aparentemente infinitas crises políticas e diplomáticas, do que atender a um legítimo anseio por maior transparência em questão tão importante. Do estudo de tais documentos podem advir descobertas científicas e filosóficas de alcance absolutamente sem precedentes, mas isso não parece comover o presente governo. Resta a sociedade em geral, e aos ufólogos em particular, continuar a busca pela verdade, e a luta por maior transparência.

Decorridos 20 anos dos extraordinários eventos de maio de 1986, podemos chegar a várias conclusões. É fora de dúvida que algo de enormes e inimagináveis proporções aconteceu naquela noite, e que esse “algo” não era nem um fenômeno natural, nem tampouco produzido por tecnologia terrestre conhecida. O óbvio comportamento inteligente dos objetos, perseguindo, acompanhando e evitando com manobras nossos aviões, exclui a primeira hipótese. Quanto a se tratar de aeronaves terrestres fazendo algum tipo de reconhecimento, as claras complicações diplomáticas que ocorreriam se fosse descoberta a nacionalidade dos intrusos tornam a hipótese absurda, para além do que diversos países poderiam servir-se de satélites para esse fim, com muito menos recursos e riscos. Sem falar no comportamento descrito pelos pilotos e comprovado pelos radares de bordo e de terra, que mostra ser impossível reproduzir tais efeitos com nossa tecnologia atual. Assim, mesmo em nosso atual estágio de conhecimento dos fatos, sem ter a disposição o farto material que certamente a FAB obteve na ocasião, a hipótese extraterrestre acaba sendo a mais lógica.

É função das Forças Armadas proteger a integridade da nação, garantindo seu normal funcionamento contra qualquer ameaça provinda de dentro ou fora de nossas fronteiras. É óbvio que seria de uma irresponsabilidade flagrante a FAB admitir abertamente a ocorrência de certos eventos, nos quais intrusos vindos não se sabe de onde invadem nosso espaço aéreo, fazem o que bem entendem, muitas vezes voando em rotas comerciais altamente movimentadas e pior, causando interferência em sistemas de bordo vitais para a segurança de passageiros sem que nada possa ser feito. O que se deseja discutir é até que ponto informações como as contidas neste texto devem ser protegidas, se as mesmas podem abrir caminho a descobertas científicas de alcance mundial sem precedente.

A infeliz intervenção de pessoas que deveriam por obrigação profissional, e até por uma questão de ética científica, estar abertos para analisar os fatos antes de emitir qualquer opinião, com absoluta certeza foi a responsável em maio de 1986 pelo fato de o prometido relatório a respeito dos eventos não haver sido liberado para o público. Com suas absurdas afirmações, esses indivíduos ridicularizaram e fizeram pouco de uma das mais louváveis e históricas atitudes de uma autoridade militar, que veio a público apresentar e discutir os fatos com uma abertura sem precedentes.

Mas esses episódios menores com certeza não apagam os históricos fatos de maio de 1986, nem a atitude honesta e corajosa dos protagonistas. Graças aos mesmos, pudemos conhecer alguns dos fatos de um dos mais extraordinários casos de contato ufológico de todos os tempos. Resta-nos aguardar que as autoridades da Aeronáutica se conscientizem para a necessidade de um aprofundamento e maior abertura das discussões a respeito do assunto, pois a casuística nos mostra que os contatos e avistamentos multiplicam-se em todo mundo.

O primeiro passo, com a história reunião de 20 de maio de 2005, já foi dado, e está completando um ano. Se um intenso debate e troca de idéias for finalmente estabelecido, com os pesquisadores de nossa riquíssima Ufologia tendo acesso a todos os documentos, gravações e imagens a respeito desse único caso, com certeza o Brasil se veria em situação única no mundo, pois então passaria a História como o país que provou a procedência extraterrestre de nossos visitantes.



Vídeo contendo a Reportagem no Fantástico em 1986.






Fonte: Portal UFO

Vida Alienígena pode ser descoberta até 2025

Dentro de 17 anos a humanidade deve encontrar vida inteligente fora da Terra, de acordo com previsões do astrônomo Seth Shostak, da organização Search for Extraterrestrial Intelligence (SETI).
Os pesquisadores do SETI acreditam que é possível encontrar vida inteligente fora do planeta Terra através da detecção de ondas de rádio, e atualmente apostam no telescópio Allen, constituído de dezenas de pequenas antenas e continuamente aprimorado pelos astrônomos e por cientistas da UC Berkeley.


Segundo o site The Register, Shostak acredita que até 2025 alienígenas serão descobertos, assumindo que os pesquisadores estejam apostando na tecnologia certa para detectar tais sinais.

É claro que encontrar ou não tais sinais dentro deste período depende, também, das premissas seguidas pelo SETI estarem corretas. O instituto, que já esteve sob responsabilidade da NASA e atualmente é autônomo, se baseia na Lei de Moore, que afirma que a velocidade de processamento de computadores é dobrada a cada 18 meses, para realizar a previsão de encontro de vida ET, noticiou o site CNet.


O SETI ficou famoso depois do projeto SETI@home, lançado em 1999, e que conta com o poder de processamento de computadores de voluntários conectados à internet. O voluntário precisa instalar um protetor de tela do SETI@home e, assim, quando seu computador está ocioso, todo o poder de processamento é desviado para a organização. Milhões de computadores no mundo já participaram do esforço. A computação distribuída dessa forma permite analisar pacotes coletados por gravadores na tentativa de descobrir sinais que pudessem indicar a presença de vida inteligente no espaço.

"Disco-voador ecológico" irá transportar 125 passageiros a 852Km/h



Pesquisadores da Universidade Delft, na Holanda, projetaram um avião "ultra-ambientalmente correto", no formato de um disco voador.
O motivo para tal substituição é o fato de que o desenvolvimento das aeronaves como conhecemos chegou ao limite da economia em emissão de poluentes.

Segundo os pesquisadores, com a utilização de novos formatos e materiais mais leves (como este disco-voador), será possível reduzir a emissão de poluentes na atmosfera em até 50%.

O "disco voador ecológico" terá capacidade para abrigar 125 passageiros, atingirá uma velocidade de até 852 km/h e deverá estar pronto em quatro anos.

Os pesquisadores afirmam que não é razoável esperar que esse novo avião, seja lá qual for o seu aspecto, decole comercialmente antes de 2020.

O projeto foi nomeado CleanEra, e de acordo com a equipe, conhecida como DELcraFTworks, este conceito será difundido em novos projetos.

Fontes: Colaboração : FABIO IBRAHIN - Amparo/SP

Catedral na Espanha, construída no ano de 1102



Como explicar uma Catedral na cidade de Salamanca, Espanha, construída em 1102 - tem em suas paredes o ícone que você vê na imagem abaixo ?




Pequeno Detalhe





O que você pensa ?





Surpreendente !

Será Verdade ?


Os ingênuos acreditam...

Que é mais uma prova que confirma outras evidências da presença de alienígenas no planeta, tantas vezes repetida, costumes e tradições dos homens desde muito antes da Bíblia.

As autoridades até agora não deram nenhuma explicação para este ícone curioso da 
Catedral de Salamanca.




6 de set. de 2011

Uma curiosa afinidade: OVNIs e água

OSNI - Objeto Submarino Não-Identificado


''Enormes superconstruções como rodas'', escreveu Charles Fort em seu legendário ''El libro de los condenados'', ''penetram na atmosfera da terra e, vendo-se ameaçadas com a desintegração, mergulham no oceano ou em um meio mais denso em busca de alívio''.

Uma grande quantidade de livros escritos por autores de renome tem investigado a curiosa afinidade que existe entre os OVNIs e os lagos e mares de nosso mundo. A especulação sobre este tema tem percorrido uma variedade desde bases submarinas operadas por alienígenas exóticos até civilizações completas de homens e mulheres aquáticos - os presumidos herdeiros da Atlântica - dotados de uma tecnologia super avançada e naves especiais, que só permitem aos humanos fugazes lampejos de sua existência na profundidade dos mares .Não obstante, se tem escrito menos sobre aqueles casos em que naves não identificadas, sem importar sua origem hipotética, fazem uso das águas de nosso mundo para propósitos que se tem associado com a alimentação ou a propulsão. Seria certa a especulação da antiga série de TV ''V'', que postulava que os enormes discos tripulados por reptilóides provenientes da estrela Sirius viriam drenar nossos mares em benefício de sua civilização ?Avante a toda máquinaDesde décadas  vem se especulando que as supostas naves extraterrestres que visitam o nosso mundo conseguem fazê-lo ao viajar mais rápido do que a luz, graças aos avançadíssimos reatores de fusão nuclear que existiriam a bordo de tais naves. Falando em linguagem simples, a fusão é a reação termonuclear que se obtém quando os átomos de luz se unem aos átomos de maior peso, resultando em um prodigioso desprendimento de energia [o processo pelo qual as estrelas emitem calor e luz]. A fusão controlada representa, por fim, uma fonte energética muito maior do que podemos obter com nossos reatores atuais de fissão atômica. Apesar do que dizem nossos laboratórios de ter conseguido a ''fusão fria'', criando escândalos na comunidade científica, a tecnologia humana neste campo parece ter estancado desde a década de 70.A exegese ufológica posterior sugeriu a existência de outros meios de propulsão para o OVNI: propulsão iônica, propulsão fotônica, de plasma e até de antimatéria. Porém os proponentes da teoria depor fusão teriam a vantagem de poder fundamentar-se em certos caos nos quais os testemunhos de toda índole alegavam ter visto os OVNI subtraírem água de nossos lagos, pântanos e mares, possivelmente para reabastecer duas fontes de potência. O material fusionável e a água seriam os componentes básicos para realizar o processo. .Em um trabalho publicado em 1980 e intitulado Flying Saucer Technology, o investigador e conferencista Stanton Friedman falou sobre o papel desempenhado pela fusão nuclear como a fonte energética dos OVNIs, sugerindo e existência de inúmeros efeitos e maneiras das quais fazer-se uso dos motores de fusão. ''Um dos sistemas mais chamativos para um sistema de propulsão interestelar de fusão consistiria em produzir a reação de apenas aquelas partículas que, ao fundir-se, unicamente produziriam partículas carregadas em vez de neutras'', ele escreveu. Isto, explica Friedman, permitiria guiar as partículas por meio de campos eletromagnéticos, algo que não parece ser possível com as partículas neutras mais dispersas. Outro aspecto positivo na direção de um motor por fusão seria a disponibilidade de ''isótopos de hidrogênio e hélio'' leves e disponíveis através do universo. Qualquer suposta nave espacial poderia obter combustível em qualquer parte e em que lugar melhor que nos lagos e mares de nosso planeta?Jacques Scornaux y Christine Piens, autores de la Recherche de OVNIS (Paris: Aura, 1977) também fazem menção as vantagens evidentes ad fusão nuclear, devido ao baixo rendimento de desperdícios radioativos advertindo, por sua vez, que os meios de propulsão empregados pelas enormes ''naves mães'' e suas naves expedicionárias menores podem ser completamente distintos. Ainda que estes autores franceses advoguem a fusão como o meio empregado na propulsão dos OVNIs, não deixam de advertir que a fusão nuclear controlada seria uma fonte de potência bastante débil na hora de realizar paradas e arrancadas repentinas que são imputada ao fenômeno OVNI.Outros exegetas da ufologia tem manifestado que a densidade da água representaria uma barreira altamente eficaz contra as radiações mortíferas que emanariam de qualquer suposta fonte de potência a bordo de um OVNI, e daí a necessidade de reabastecimento que tem sido presenciada por numerosas testemunhas. Em várias páginas do livro El triángulo de las bermudas (NY: Doubleday, 1974) encontramos uma entrevista com o Dr. Manson Valentine a respeito da presença dos OVNIs no Atlántico. Valentine adverte que os guardas florestais e visitantes do pântano Okeefenokee na Florida (EUA) tem visto OVNIs sobrevoando a zona, e o mesmo Valentine afirma ter presenciado um deles disparando um feixe de luz na direção das águas do lago. O doutor Valentine aponta que a data de seu avistamento foi 21 de agosto de 1963 perto de Ashton. A nota que aparece ao pé do desenho do OVNI que extrai a água diz: ''o objeto parece estar abastecendo-se da água do lago''. Especula Valentine: ''é muito possível que coletassem água ou que levassem amostras da fauna local para estudar''.Sifonagem extraterrestreEm certas ocasiões tem sido possível ver os tripulantes dos OVNIs valendo-se de maneiras menos exóticas de conseguir água.Em um caso canadense ocorrido no verão de 1960, um professor de escola ad população de Atikokan, provincia de Ontário, conseguiu falar com uma personagem local cuja reputação tinha sido arruinada pr um encontro inoportuno como o desconhecido. O homem, conhecido como ''velho Hank'', alegava ter ido dar um passeio com sua esposa nas margens do lago Duckbill. Repentinamente um zumbido encheu o ar, o que despertou a curiosidade do casal. Chegaram a ver - de um ponto elevado - um objeto circular de cor verde que repousava na margem do lago enquanto seus tripulantes ''quatro criaturas muito pequenas em roupas verdes'' se dedicavam a pegar água. A mulher dele gritou e as criaturas se refugiaram em seu objeto que partiu e desapareceu nos céus em questão de segundos.Existe alguma propriedade estranha nos lagos da província de Ontário que os tornem atraentes aos ufonautas? O investigador John Robert Colombo faz menção a uma carta recebida de um empregado da mina Atikokan - o mesmo lugar que o anterior - que depois de desfrutar um bom dia de pesca na baía de Sawbill, viu um objeto estranho a um quarto de milha de distância, descrito como ''em forma de aro e giratório'', recebia serviço por parte de figuras de uns 4 pés de altura e cujas cabeças estavam cobertas de gorros azuis, com a exceção do que levava um de cor vermelha e parecia ser o chefe. Um dos seres portava uma mangueira de cor verde brilhante e parecia estar ''absorvendo o mesmo volume de água que estava descarregando''. Este evento aconteceu em 2 de julho de 1950.Se um veículo supostamente habilitado a cruzar distâncias siderais se vê obrigado a utilizar mangueiras para lavar seus sistemas internos, ou para abastecer-se de água necessária ao seu motor de fusão, não deve surpreender-no o caso no qual os ufonautas se valem de vasilhas para realizar seu trabalho.Um caso adicional foi presenciado por Kathy e Gary Malcomb no lago Champlain (estado de Nova York): o casal observou um objeto em forma de disco e que parecia ter uma enorme hélice saindo de sua estrutura; o aparelho aterrissou sobre o lago e quatro criaturas com gorros verdes deixaram cair uma mangueira de plástico verde na água, bombeando-a ao interior da nave ( True Flying Saucers and UFO Quarterly , Winter 1978).Com as mãos na massaDurante as ondas OVNI da década de 50 se produziram informes de grandes quantidades de água que desapareceram dos estados de Nebraska, Ohio e Dakota do Sul. Porém um dos melhores casos que apresentam a atração dos OVNI pela água aconteceu em meados de 1960 na reserva Wanaque do estado de Nova Jersey (EUA), e que além do mais foi cenário de muitos encontros com o desconhecido por policiais e vizinhos.Os eventos começaram em outubro de 1966 quando agentes da polícia de Pompton Lakes começaram a receber telefonemas - a ter experiências próprias - com luzes brilhantes que deslocavam desde o enorme embalse, um corpo de 90 mil milhões de galões de água situado em um lugar bastante desolado. O sargento Ben Thompson foi testemunha de um objeto que parecia um ''domo com forma de de bola de futebol americano'' diretamente sobre as águas do embalse as 21:15 horas do dia 11 daquele mês. O aparelho parecia exercer uma atração curiosa sobre o conteúdo do embalssse, fazendo com que a água fosse ''levada para cima... chupada para cima'', segundo o mesmo policial em uma entrevista a Lloyd Mallan. ''o objeto voador levantava uma grande camada de água a uns 250 pés. O objeto tirava a água e me era possível ver como o líquido se elevava ''.Ainda que os objetos desconhecidos que operavam naquele momento nas vizinhanças de Wanaque pudessem ter sido fenômenos naturais, manifestavam uma capacidade que seria de grande utilidade para uma nave que requer o uso de água para propósitos ignorados. Outro incidente no embalse esteve relacionado a um feixe de luz brilhante e com forma de ''embudo'', ''tão potente como o farol de uma locomotiva'', segundo disse o chefe de polícia John Casaza. A luz parecia vir de um objeto que não era visível a simples vista, talvez devido a qualidade quase cegante do feixe de luz. Casaza estava certo que a luz não vinha de nenhum artefato conhecido.O objeto projetava o feixe de luz sobre o embalse, estaria absorvendo água igual aos objetos vistos na Florida pelo doutor Manson Valentine? A associação entre o desaparecimento de água e o fenômeno OVNI prossegue até nossos dias, como o mostram os casos mais recentes.Em 1988, os investigadores Richard Dell'Aquila e Dale Wedge investigaram casos de atividade OVNI nas águas do lago Erie - o menos profundo dos Grandes Lagos e o único que se congela completamente no inverno compreendia uma central nuclear assim como uma central elétrica de carvão.Uma vizinha da região afirmava ter visto um objeto com forma de dirigível e uma luz em cada extremo da fuselagem balançando-se sobre o lago com um movimento que é característico dos OVNIs. O objeto cinza, cujas dimensões foram estimadas como maiores a de um campo de futebol americano, quebrou o gelo da superfície do lago congelado.Para quando desapareceu o dirigível, as testemunhas pensaram que havia submergido sob a superfície gelada do lago Erie, e que ''pedaços de gelo descomunalmente grandes podiam ser vistos na zona da suposta aterrissagem''. Por acaso se tratava de um objeto misterioso procurando ocultar-se ou talvez tenha tentado obter água em estado sólido? O veredito da Guarda Costeira dos EUA foi que os ''planetas Júpiter e Vênus'' estavam em conjunção esta noite e isto era o que as testemunhas tinham visto.O fenômeno OVNI também tem mostrado certa predileção por lagos congelados, como o lago Boshkung de Minden, provincia de Ontário (Canadá). As testemunhas das aterrissagens de aparelhos estranhos nesta zona durante 1973 disseram que os objetos aterrissavam no gelo do lago ou ficavam sobre os cabos de alta tensão, ou, ainda mais curioso, ''ficavam sobre os agulheiros de gelo que permaneciam depois que os pescadores tinham retirado suas redes de pesca do gelo''. Já que parece inverossímil que os objetos se sentissem atraídos pela pesca de gelo, a alternativa mais possível é que viessem em busca de H2O.E se não há lagos, as cisternas funcionarão como substitutos: em 19 de março de 1993, um enorme OVNI circular foi avistado por três meninos que se encontravam na estrada do parque estadual Bosque Seco em Porto Rico. Os meninos identificados como Héctor, Raúl e José, chamaram a outros vizinhos da região para que presenciassem o enorme veículo que banhava a zona com luzes policromáticas enquanto se suspendia sobre a torre cisterna no mesmo centro do bosque. Raios luminosos de cores distintas banharam o bosque, deixando atônitas as testemunhas. Foi dado parte as autoridades mas se desconhece se chegou a ser elaborado um informe na comissária de policia de Guánica.EM Seu informe sobre os avistamentos OVNI de 1995 em Votorantim, Brasil, a investigadora Encarnación Zapata García fez menção as visitas dos OVNI ao embalse de Itupararanga. A testemunha, Marcos Lara, de 28 anos naquela época, costumava visitar o embalse com seus amigos e as vezes passava a noite de vigília, esperando a chegada de OVNIs. Em uma ocasião, Marcos recordou ter visto objetos estranhos que se deslocavam sobre a superfície da água antes de retomar o vôo, mas a distância o impediu de ver se estavam envolvidos em algum tipo de atividade.

Mistério da física está mais próximo de ser solucionado


De onde veio toda a matéria do Universo? E para onde foi a antimatéria?  Este é um dos maiores mistérios da física moderna. É por isso que a comunidade científica está tão entusiasmada com o anúncio de uma descoberta feita por um experimento conhecido com Superkamiokande, no Japão. Os resultados indicam uma intrigante nova propriedade das enigmáticas partículas conhecidas como neutrinos.
Oscilações do neutrino
Existem três tipos, ou sabores, de neutrinos - neutrino do elétron, neutrino do múon e neutrino do tau. Experiências anteriores têm demonstrado que estes diferentes sabores de neutrinos podem, espontaneamente, transformar-se um no outro, um fenômeno chamado de "oscilação" de neutrinos.
Dois tipos de oscilações já foram observados, mas em seu primeiro período completo de funcionamento, o experimento T2K (Tokai-to-Kamioka) já encontrou indícios de um novo tipo de oscilação - o aparecimento de neutrinos de elétrons em um feixe de neutrinos do múon.
Um feixe de neutrinos do múon foi gerado no acelerador de prótons J-PARC, localizado em Tokai, e dirigido ao longo de 295 quilômetros até o detector subterrâneo Superkamiokande, localizado na costa leste do Japão.
Uma análise dos eventos induzidos por neutrinos no Superkamiokande indica que uma pequeno número dos neutrino do múon - seis, exatamente - transformaram-se em neutrinos do elétron durante a viagem.
Neutrino camaleão abre caminho para uma nova física
Isto significa que agora já se observou experimentalmente que os neutrinos podem oscilar em todas as formas possíveis.


Partículas e anti-partículas 
Esse nível de complexidade abre a possibilidade de que as oscilações de neutrinos e suas anti-partículas (chamadas de anti-neutrinos) possam ser diferentes.
E se as oscilações dos neutrinos e dos anti-neutrinos são diferentes, isso seria um exemplo do que os físicos chamam de violação de CP (carga-paridade). 
Isto poderia ser a chave para explicar porque há mais matéria do que antimatéria no Universo - um excesso de uma delas não deveria acontecer dentro das leis conhecidas da física.
"Quase certamente"
O experimento funcionou de janeiro de 2010 até 11 de março deste ano, quando foi drasticamente interrompido pelo terremoto japonês.
Seis eventos de neutrinos do elétron foram observados claramente nos dados anteriores ao terremoto - na ausência de oscilações, deveria ter sido apenas 1,5.
Ainda que tal excesso só pudesse acontecer por acaso cerca de uma vez em cem, ele não é suficiente para confirmar uma descoberta real em física - a observação é chamado de "indicação".
"As pessoas às vezes pensam que as descobertas científicas são como interruptores de luz, que passam de desligado para ligado, mas, na realidade, elas vão do 'talvez' ao 'provavelmente', e daí para 'quase certamente' conforme você obtém mais dados. Agora nós estamos em algum lugar entre o 'provavelmente' e o 'quase certamente'," explicou o professor Dave Wark, do Imperial College London e membro do T2K.

Fonte: Site Inovação Tecnológica

Arquivos britânicos sobre Ovnis


O Ministério da Defesa e os Arquivos Nacionais da Grã-Bretanha liberaram mais de 6 mil páginas de documentos que incluem relatos de aparições de Ovnis (objetos voadores não identificados) entre 1994 e 2000.
Um deles inclui a aparição de Ovnis que sobrevoavam o Chelsea, clube de futebol de Londres, e a residência de um ex-ministro do Interior, Michael Howard.







Os relatos dão detalhes sobre a aparência dos objetos - de vários formatos e tamanhos - e incluem desenhos feitos por testemunhas.
Um homem disse à polícia que vomitou e adquiriu "um distúrbio de pele" depois que um estranho "tubo de luz" envolveu o seu carro no Vale de Ebbw, no País de Gales, no dia 27 de janeiro de 1977.
Em outro caso, um Ovni visto por policiais de Skegness, no leste da Inglaterra, foi filmado.
A aparição foi informada à guarda costeira, que alertou embarcações no Mar do Norte. A tripulação de um barco disse que viu mais Ovnis.
Força Aérea
Os documentos também incluem uma carta de um alto funcionário do Ministério da Defesa, Ralph Noyes, em que ele diz ter visto um filme com Ovnis feito por pilotos de caça da Força Aérea Real da Grã-Bretanha em 1956.
Noyes alega que as imagens foram mostradas em uma sessão secreta organizada por integrantes da defesa aérea no prédio do Ministério da Defesa em 1970.
E um memorando revela como o ex-primeiro-ministro britânico Winston Churchill manifestou curiosidade sobre "discos voadores" e pediu um briefing de seus ministros sobre o assunto.
Depois de um estúdio realizado pelos serviços de inteligência em 1951, concluiu-se que "discos voadores" podem ter quatro causas - fenômenos meteorológicos ou astronômicos, identificação errônea de aeronaves convencionais, ilusão de ótica e delírios psicológicos ou trotes deliberados.
Especialistas afirmam que os documentos mostram como os formatos dos Ovnis mudaram nas últimas décadas, e a explicação pode estar nas representações que a cultura popular tinha desses objetos.
Vários relatos neste último lote de documentos - o quinto de um projeto de três anos para a liberação de arquivos - descrevem as supostas naves alienígenas como grandes, pretas e de formato triangular, com luzes nas pontas. Nas décadas de 1940 e 1950, o formato predominante era de disco.
"No período coberto pelos mais recentes documentos liberados, bombardeiros americanos de formato triangular e aviões espiões Aurora apareciam muito na TV, assim como em programas como Arquivo X e filmes como Independence Day, lançado em 1996, e os relatos de aparições de Ovnis são semelhantes", disse David Clarke, autor do livro The UFO Files e professor de Jornalismo da Universidade Hallam Sheffield, ao jornal britânico The Daily Telegraph.
"É impossível provar uma ligação direta entre o que as pessoas estão lendo e vendo e o que elas dizem ser Ovnis, mas uma interpretação pode ser que os mais recentes avanços na tecnologia podem estar influenciando o que as pessoas veem no céu", concluiu.
Fonte: BBC Brasil